Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Polêmica Universal


Estou aqui pra comentar sobre um assunto que se dizia polêmico. Bem, polêmico sou eu, este assunto é escalafobético mesmo. Mas, o estardalhaço todo começou por causa de uma matéria onde a jornalista Elvira Lobato, do jornal Folha de São Paulo reportava notícias dos negócios da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) em pendências com a justiça e, depois, sobre a ação de intimidar a imprensa com processos judiciais.

A jornalista e o jornal foram alvos de processos (dos quais, já saíram com ganho de causa em pelo menos três) pela matéria. Pois bem, o respingo (ou o esporro) caiu em alguns outros jornais (A tarde/Salvador, Extra e O Globo/Rio de Janeiro) o que gerou uma discussão sobre uma possível indústria de processos. Isso se deu por que o mesmo argumento é utilizado em todas as ações nos locais mais distantes do Brasil.

Eu mesmo vi, na TV Record (Domingo Espetacular), uma matéria sobre a tal “polêmica” (percebe as aspas? Já te conto sobre isso). Polêmica é uma pinóia (UIA! Quem fala assim hoje em dia?), já que, na emissora do Bispo, só evangélicos foram ouvidos e se mostrando indignados (todos com o mesmo argumento e todos ligando pra emissora pra saber como fazer pra processar - elelê!). E é sobre esse argumento que eu ponho (UIA!) o foco da matéria.

Seria uma polêmica se o assunto gerasse discussão ou dividisse opiniões. Mas, o que foi visto até aqui, foi um movimento ‘silencioso’ de intimidação e uma certa “instigação” à revolta religiosa como se as matérias ferissem a liberdade de religião. Mas, não, o lugar comum que os fiéis caíram (e deu pra reparar mais que casca de feijão no dente do chefe), foi a reclamação acerca do termo ‘seita’. Até um historiador foi entrevistado dizendo que o termo é pejorativo, meio que, uma alusão a rituais sinistros, facção ou bando.

Faz – me rir. O dicionário-fonte de onde tiraram a significação da palavra, Houaiss, tem uns oito (8) significados para a palavra seita e não dá pra dizer que são ofensivos – a menos que se induza a isso (tudo é relativo, né?). Por isso, eu mesmo recorri ao pai-dos-burr... er... à minha fonte particular, o dicionário Aurélio, onde encontramos a seguinte explanação:

Sei.ta – sf. 1. Grupo religioso, de forte convicção, que surge em oposição às idéias e às práticas religiosas dominantes. 2. Grupo coeso que participa de uma doutrina comum (filosófica, religiosa, etc.).

(O que tem de pejorativo ali?)

FGarcia® não vê como, pra ter liberdade religiosa (e nem é o caso!), se precisa combater a liberdade de imprensa e expressão.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Hedonismo (o que vale é a pegação?)


Que coisa chata é ver uma pessoa solteira se achar incompleta por não estar de namoro. Tem gente que fica se questionando porque não arruma um relacionamento e acha que tem algum problema.

Geralmente, mulheres costumam ter esse pensamento mais frequentemente. O “problema” delas, supostamente (na idéia delas), é o fato de serem fiéis, comportadas e tals. Aí, encontram algum mané que não valoriza uma mulher decente, se decepcionam e partem pra “vingança”. Sabe aquele funk que diz: “Tentei andar na linha, você não me deu valor, agora @$$#%@#” ? Por aí.

Essa vingança é como um descarrego (hein?!). A idéia é não se valorizar e não levar ninguém a sério. Mas, aí, eu te pergunto: Justamente quem não te valorizou é que você tira por referência de avaliação? Digo, uma desilusão amorosa é motivo pra galinhar? Não, não sou moralista e não tenho nada contra uma boa curtição (e como achar sem procurar, né?), mas acho que essa cultura de “pegação” e “beijo na boca” é pra quem sofre de carência afetiva profunda. Porque mais você pautaria sua vida na quantidade de pessoas com quem você trocou fluídos corporais (UIA!)?

Tem gente que valoriza a quantidade, outros, a qualidade. Mas, há muitos fatores influenciando. Não venha reclamar da solteirice se você só freqüenta locais onde “a azaração está bombando”. Não dá pra achar bicho de goiaba em maçã. Também não suporto o papo de “só conheço quem não presta”. Uma auto-avaliação seria legal. E ainda há aqueles casos em que a pessoa reclama de vários relacionamentos mal-sucedidos, mas são as mesmas pessoas que ficam com qualquer um(a) pra não passar pelo “pesadelo” de estar solteiro(a).

Particularmente, acho de uma frivolidade descomunal essa coisa de achar que é grande coisa a “cultura do sabonete”, ou a “cultura da maçaneta”, se preferir (Rá, acabei de nomear). Também acho superficial demais alguém achar que é feliz, APESAR, de solteiro(a). Não tem que se desculpar por não ter namorado(a).

FGarcia® acha anti-higiênico sair por aí a trocar saliva com muitas pessoas. Rá!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Grana curta = Corrupção? O.o


Já vou começar este post com o pé embaixo! Vamos parar com essa palhaçada de dizer que policiais se corrompem porque ganham pouco, p@#$%orra!

Agora, estresse e má remuneração é desculpa para virar bandido? E, o pior, para passar a mão na cabeça dos coitadinhos... Ma, Garcia, eles são as vítimas, então, né?
Digo-te solenemente, caro leitor: WROOONG!!!

É, realmente, lamentável que a desculpa para policiais (ou qualquer outra categoria profissional) fazerem bicos de vagabundos seja a pouca grana. Imagina quantos desempregados, domésticas, vendedores de papelão e pedreiros não cometeriam crimes deitados nesse argumento besta? O mundo pararia para o crime passar, já que a maioria é pobre. E a playboyzada não teria qualquer motivo pra roubar, traficar ou coisa do gênero. A politicada, então, vixe, nem era pra eles... ah, você sabe o que acontece.

FGarcia acredita na polícia. Grana curta não diminui caráter. Foi-se o tempo em que crime era roubar galinha pra alimentar a família.

Post curtinho pra destilar e externar minha indignação em relação a essa desculpa estapafúrdia.


Para melhorar o astral (e ocupar espaço desavergonhadamente), fique com um vídeo supimpinha de quem não ganhava nada pra salvar as pessoas, mesmo assim não desistia! Ca-la-ro que falo do abnegado Super-herói Americano:

(Veja aqui)