Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Lá se vai mais um BBB


É, pessoal, mais um BBB acaba, não sem polêmicas, controvérsias e toda aquela fofocada inerente ao tipo de programa – e tipo de público. Eu costumava pensar em todos aqueles clichês que cercam o show da realidade (!?), tais como: A Globo manipula resultados pra favorecer seus favoritos, todo mundo que participa é “peixe”, a edição mostra mais uns que outros, etc. Realmente, a edição não dá a ampla visão que o pessoal do pay per view tem e, realmente, os participantes-pseudo-pretensos-artistas-em-potencial são escolhidos sob critérios que eliminam a maioria da população que se inscreve (a massa não é contemplada, caso não tenha percebido). Você colocaria uma dona-de-casa ou uma modelo pra explorar a imagem na TV por uns três meses e além (às vezes)?

Outra coisa que mudou em mim (que coisa, não?) foi a visão a respeito do reality show (que, mais uma vez, digo: NÃO é, nem de longe, tão reality quanto é – feito - show). Ainda acho que pessoas torcerem pra um bando de ‘famosos quem’ ganharem ou perderem numa disputa que não te acrescenta em nada é o cúmulo da carência afetiva. Projetar suas expectativas em pessoas que não fazem nada de útil numa casa filmada (portanto, adeus, espontaneidade) é o FIM. Tá, considerações pessoais feitas, admitamos o mais óbvio: É um programa de entretenimento. Nunca se ouviu a Globo prometer revolucionar a educação ou a cultura nacional com o BBB. Portanto, desligue o cérebro (caso o seu tenha atividade) e divirta-se.

Ano que vem eu vou falar mais coisas sobre isso (vai até o 10). Por enquanto, fico dizendo que a Globo não é tão manipuladora quanto se fala. Se você consegue convencer alguém a ‘comprar’ seu produto sem obrigar, é porque, pelo menos há qualidade e credibilidade pra isso. E, falemos a verdade, o povão precisa ser manipulado pra tomar atitudes duvidosas? O BBB8 mobilizou mais o país em três meses do que o Lula em uns seis anos de presidência da república e o esporte te faz esquecer qualquer escândalo político. Ah, se a população congestionasse as linhas telefônicas governamentais como faz com os paredões ‘BBBezísticos’ para manifestar suas queixas e cobranças... (Eu te amo, meu Brasil, eu te amooooo, meu coração é verde, amarelo, azul-anil...).

Uma coisa que eu acho “daqui, ó” (faça um gesto de puxar a pontiiinha da orelha) é essa coisa de não poder agradar gregos e troianos. É exatamente isso que o povo é: grego E troiano. Rafinha é apontado como favorito ao prêmio? Complô contra a Gy(selle)!!! Gyselle mais perto da grana? Armação da Globo!!! É como as torcidas de futebol reclamarem que seu time está sendo preterido pelo favorecimento da emissora ao time rival (outra atividade da maior relevância). Além do quê, os dois finalistas já têm, em seus currículos (UIA!) a carreira artística.

Pra finalizar, não fique chateado, meu caro leitor, se você mandou sua fitinha com uma bela apresentação e não ganhou nem dois cones de sinalização de trânsito pra fazer ‘golzinho’ na calçada da rua. Não acuse a Rede Globo de manipuladora ou por escolher cartas marcadas para os BBB’s. Quem manda as fitas e é escolhido, demonstrou algo de interessante, algo de potencial para seus propósitos (que, neste caso, não são filantrópicos). No mais, quem ganhou mereceu (Ma, Cuma, Garcia?). Oras, se esteve lá e sobreviveu à edição e aos comentários tendenciosos de Mr. Pedro “já fui muito bom nisso” Bial, é porque mereceu.

FGarcia® não conhecia Rafinha há três meses e possivelmente não lembrará dele daqui a três meses.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Blog-se!


Tenha um filho, escreva um livro, plante uma árvore e... Crie um blog!!!

É garciamaníaco (Cara, que bizarro!), andamos íntimos (Nham!) com o eterno e complexo processo de globalização, a fantástica e frenética era da informação e tudo de negativo e positivo que isso acata. Já é de anos pra cá que não precisamos nos movimentar muito pra ir ao banco, manter relações (UIA!) de qualquer natureza (profissionais, artísticas, inter-pessoais e muitas outras – além ‘daquelas’ - seu pervertido!).

Mas, o que me traz aqui é (além do oportunismo!) a avassaladora e maciça onda de blogs que acontece todos os dias. É claro e evidente que blogs são páginas de internet pra quem não sabe mexer em páginas de internet. Isso gera uma enorme gama de adeptos, pois, é muito simples passar suas idéias para a grande rede. Eu mesmo não pretendia aprender sobre html e tals pra reproduzir minhas opiniões, logo, ‘bloguei-me’!

Como tudo na internet, o conceito de blog tornou-se um não-verbo muito utilizado. Você bloga com tanta facilidade que acaba sendo, potencialmente, um contribuinte de ‘nada’ (ou ‘qualquer coisa’) para a famigerada www. Como assim? Fique por aí até o próximo parágrafo que titio FGarcia® explica (...SAGATIBA!).

Saiba que uns 95% do conteúdo geral da internet é apenas lixo. Lixo, não do tipo que você joga fora, mas, informações nada relevantes (até mesmo para viciados em informação como este que vos escreve). Sendo assim, imagina o que esses trocentos blogs representam na net! Vejo blogs nascerem e serem abandonados com a velocidade de fama de qualquer participante desses reality shows (que só são ‘reality’ por que são ‘shows’!).


Publicar idéias é legal, mas requer fôlego. Não adianta se empolgar com a graça de ter um espaço seu na net e, depois de um tempo, abandonar... cancelar e tals. Perda de tempo, mas... fazer o quê, né? A cabeça é sua. Estou dizendo que um blog é como os “fascinantes” (e aí temos aspas) tamagochis*** (lembra daqueles “supimpinhas” bichinhos virtuais? – aspas denovo!). Você pode se alegrar (Ai, santa!) em ter um, mas, só vai vingar se for bem cuidado.

FGarcia® reservou um espaço para pedir desculpas por:

*** Comparações safadas e lembranças grotescas.

sábado, 1 de março de 2008

Homossexualidade!


Vamos falar do homossexualismo? (Foi uma pergunta, mas mesmo que você diga NÃO, eu continuarei assim mesmo – Ah, a magia da retórica!).

Classifico, basicamente, a homossexualidade em dois tópicos (e, é claro, vou postar aqui, coió!).

1º caso (não sexual – não que haja algo de errado com isso!)

- Fator biológico: O fator biológico é o único (acho eu) que pode ser utilizado com alguma propriedade (!) para os recalcados que são contra (humpf! Como se dependesse de permissão alheia!). Eu não, afinal, não acho que haja alço de errado com isso!

- Porquê: Se você levar à risca o propósito do sexo e das relações humanas, o objetivo (e instinto!!!) é pura e simplesmente a procriação, a perpetuação da espécie. Nesse contexto, é totalmente contra a evolução humana na Terra, um casal do mesmo sexo. Isso não gera descendentes. Logo, não faz sentido.

2º caso (a dois, a três, escancarando de vez, mas com muito respeito!)

- Fator social/afetivo: É o fator que estamos acostumados a ver por aí (uns bem mais coerentes que outros). É aquele fator que nos remete (UIA!) ao sentimentalismo humano, a necessidade, carência e direção sexual. Tem gente que se atrai por pessoas feias, fortes, magras, negras, com cara de torta de maçã, entre muitos tipos, inclusive... gays! Sim, GAYS! Sob esse aspecto, fica fácil entender a homossexualidade (falando sério, essa palavra dá trabalho pra digitar!).

- Porquê: Se a procriação for suprimida pela adoção (que enfrenta muitos tabus, preconceitos e obstáculos bur(R)ocráticos), qual o problema em duas pessoas do mesmo sexo se entregarem a uma relação afetiva? Se o que importa é o amor, o que é errado em gostar de alguém seja lá quem for? Relações interpessoais são estabelecidas o tempo todo entre pessoas da mesma etnia, da mesma religião e outras semelhanças diversas. Sendo assim, não há porque um casal homossexual não se unir e levar sua vida com o direito de não ser perturbado por recalcados (e) fofoqueiros.

O que eu acho? Não acho... (Ué?!). Quer dizer, não acho que seja o caso de ser a favor ou contra (não me diz respeito), mas, acho que pessoas nascem irritadiças, taradas, excêntricas, cabeludas, preguiçosas, inteligentes e... gays! Desse jeito, eu sei o que é ser discriminado por nascer de um jeito que não se escolhe e que não deveria fazer diferença (não, não sou gay – não que haja algo de errado com isso! – mas, sou miscigenado (vira-latas), como a maioria dos brasileiros, com o tom de pele bem mulato – negão, pra quem usa o termo – nada contra isso também!).

No geral, um homem gay não me oferece concorrência, se me cantar, vai ser lisonjeiro (parabéns pelo bom gosto! – Aff, que escroto, Bátima!!!). Se uma mulher é gay, beleza, vamos ter mais um assunto em comum (MUIÉÉÉ!!!) e não me ofende nem agride à sociedade. Citando (não acredito que vou dizer isso) a banda Nirvana: Come as you are (Venha como você é!).

FGarcia® discrimina pessoas de alma pequena, falsas, covardes, invejosas e outras redundâncias.