Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sand Sharks: Tubarões no Seco Andam

Você também subiu as pernas para o sofá quando assistiu a Tubarão de Steven Spielberg, naquela cena em que... bem... o tubarão devora umas pernas pra mostrar a que veio?

Se sim, aposto que você pensou que era só o pessoal ter acreditado no protagonista e tudo se resolveria ficando em terra firme, né? NÃO É?


Talvez lá, no clássico, mas aqui, acho que é preciso lançar um outro olhar sobre a situação:


Sim, bacana, não há mais limites para os bichinhos fofos e esse carisma extrapola os oceanos. Tubarões saltitando feito golfinhos do Sea World, só que nas areias e... bem, vejam o trailer e decidam se vão assumir sua veia "fuck yeah!" pra assistir essa trozoba - com o cérebro desligado pra não desperdiçar bateria, lógico - ou se o trailer já valeu a viagem.

Trailer bem aqui.

Só pode ser uma bomba, essa bagaça, mas que dá uma curiosidade mórbida pra assistir, ah, isso dá!

Fonte: Melhores do Mundo

Crônica. Explosão e Desabamento

Depois dos bueiros explodindo como fontes de vapor, agora podemos pensar nas condições dos velhos prédios do centro da cidade do Rio de Janeiro. Explosão e desabamento. Não foi a primeira vez nos últimos meses. Uma notícia estranha, vinda pelo clássico plantão de tema característico e assustador – claro, sempre vem algo chocante nesse troço – da Globo. Telefonemas de parentes e amigos preocupados com a nossa segurança - estávamos localizados próximos à região - davam conta de quão grave foi a situação – condizente com o teor da notícia.

Em suma, um prédio desabou no Centro do Rio de Janeiro após testemunhas afirmarem terem ouvido uma explosão. Não, não é o prédio onde funcionava uma lanchonete na Praça Tiradentes, próximo ao final do ano passado. Esse foi ainda há pouco na Avenida 13 de Maio. O local foi isolado e equipes de resgate procuram cuidadosamente por vítimas. Veículos estacionados ao redor ficaram danificados pelos escombros.

Afirmações em meio ao caos do susto destacam um cheiro de gás pelo local, a Light já suspendeu o fornecimento de energia para a região para evitar faíscas, fagulhas e possíveis novas explosões. O que percebi andando por aquelas bandas, é que um cheiro de queimado pairava em torno do local – não me aproximei muito – e um rebuliço natural – cara, tinha gente sentada no gramado da Almirante Barroso assistindo as equipes de resgate enauqnto bebericavam uma cervejinha – até porque não tinha ônibus ali, visto que a principal avenida de acesso de seus ônibus – Av. Rio Branco – está interditada.

Pra localizar quem não estava próximo ao local – ou que estava, mas não viu de perto, é – era – o prédio da Treze de Maio ao lado do Teatro Municipal, quase esquina com a Almirante Barroso. Agora, há um vazio e uns fragmentos pendurados nas laterais que faziam “parede” com os prédios contíguos. A Senador Dantas também foi interditada e essas ruas paradas serviam de trânsito apenas para carros de resgate e pedestres que rumavam para seus destinos – ou para os curiosos e representantes de meios de comunicação que assitiam e fotografavam os resultados do acontecido.

No incidente – até onde eu vi, lá pelas 22h – as informações eram de 11 vítimas, sem confirmações de baixas. Oremos para que continue, no ruim de tudo, assim.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Amor verdadeiro não dói?


Corre solto pela internet uma história de que o amor verdadeiro não causa sofrimento. Isso, geralmente, vem pelos facebooks da vida com uma imagem de Renato Russo e um tal show aí que ele teria perguntado se alguém sofreu por um verdadeiro amor, ao que, diante de diversas confirmações, o poeta teria desmentido a galera por afirmar que verdadeiro amor não faz sofrer.E nessa hora, sempre têm aqueles adeptos de frases de efeito que se sentem diante de um tapa sem mão e logo dizem coisas como "a maior verdade!", ou "yes!", ou "massa, véio!", ou sei lá mais o quê.

O problema, e por problema, você entenda que eu estou prestes a trollar a trollada anterior do senhor Russo, é que, na qualidade de poeta, ele até pode ter sua razão - e eu como fã, preciso fazer essa ressalva antes do meu próximo movimento - mas amor de verdade faz sopfrer sim e vou explicar meu conceito no próximo parágrafo. Aguardem.

Voltamos com a programação normal. Existem dois tipos de amor verdadeiro: O conceito idealizado por cada um em sua intimidade e o sentimento que, por inúmeras vezes, não temos palavras para explicar - até porque sentimento correm independentes de definições e rótulos que aplicamos à revelia.

O amor idealizado é verdadeiro e perfeito, porque... bem, porque queremos. É a velha história: "Falar é fácil". Já o amor prático, aquele que a gente sente e vivencia, é verdadeiro, tanto quanto o sonhado, mas passa pelo impuro canal do ser "cheio de falhas" humano. Logo, se algo perfeito é sentido por alguém imperfeito, qual é o resultado da equação? Relatividade. Cuma? Sim, é relativo o conceito de amor verdadeiro e perfeito. Vai dizer que você, demonstrando amor por alguém, só acerta? E se erra, você pode afirmar categoricamente que foi por falta de amor? Eu acho que não. Acho que a gente pode errar amando e isso não é falso amor. O ser humano é imperfeito. Não temos culpa ou falta de sentimento. Claro que existe falso amor adoidado, mas aí é outra história.

Assim, discordo do maravilhoso poeta, pois, podemos amar, errar e continuar amando. Declarações de amor, reconhecimento de erros e pedidos de desculpas estão aí pra levar relacionamentos em frente e isso faz o amor até aumentar, se cabe acrescentar aqui. Amor verdadeiro pode machucar, mas vai do discernimento e maturidade das pessoas envolvidas entenderem que precisam encontrar outro caminho para seu amor fluir. E não falo só de casais, não, mães, filhos, pais, irmãos, amigos, enfim, pessoas que amam. Pessoas que erram. Pessoas que vivem.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Abomineve Tiago das Naves


Todo mundo sabe que certas coisas ainda são empurradas para a população mascaradas pelo romantismo de tempos - e situações - que não vão voltar. Assim é com o carnaval, que as pessoas ainda acham que depende exclusivamente da beleza e organização do estilista que comanda as escolas de samba, ou os blocos de rua que estão virando micareta sem muita relação com a cultura popular, enfim... deu pra entender, né?

Assim é o futebol, que a população pegou esse maldito hábito de idolatrar pessoas que correm para chutar bolas (UIA!), a publicidade - e os clubes - vão transformando boa parte dessas pessoas em milionários sem humildade, mas com muita vontade de esbanjar e ostentar aquilo que não tiveram em suas pobres infâncias e é aí que vemos como alguém se revela diante do brilho do ouro.

Tiago Neves, o "herói" (vejam, aspas se amigando à ironia) recém-anunciado pelo Fluminense é um exemplo claro de como o antigo amor à camisa é variável de acordo com o peso da sacola de moedas que se chacoalha.

Começa assim, o referido jogador, em plena concentração com a seleção olímpica, dá uma entrevista onde explica como se sente diante de tantos colegas que atuam na Europa. Ele explica algo como "os caras falam de Real Madrid, Barcelona, Milan... vou falar de Fluminense?". Mesmo não torcendo pelo tricolor, isso me incomodou bastante.

Depois, uma vez que trocou para o Flamengo - após esnobar o Fluminense, ir para o exterior, não se firmar e voltar, de novo - aí, o bravo guerreiro da bola lança a suave tijolada: "Com o outro time, só batia na trave (...) E o Flamengo é um time acostumado a vencer (...)".

Agora é comemorado depois de o tricolor se valer de uma brilhante atuação no papel de mulher de malandro (apanha, mas sempre volta a procurar o gostosão que lhe humilhou), mas sempre há o argumento do amadurecimento, que a cabeça é outra, que está disposto a melhorar e toda aquela baboseira - que é bem melhor do que o desdém citado anteriormente. Então, O Fluzão fez de novo, e ninguém agora chora. Certo? ERRADO! Dessa vez é o Flamengo que reclama, tipo como foi com o Ronaldo Empresário, promessas e fugas pela porta dos fundos.

Eu ainda poderia ficar divagando sobre o paradoxo de se dizer que um clube é maior do que uma pessoa, mas clubes são paredes e equipamentos feito por pessoas, mas as pessoas acabam indo embora por interesse, questões de saúde, política ou qualquer outra coisa. Mas isso fica para outro post.

Beijos no cérebro!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Religião não se discute. Se pratica.


Uma emissora que tem clara ligação com uma determinada religião e mesmo assim exerce a soberba, a calúnia e prega a discriminação da sexualidade e da fé alheia? Isso não é emissora, é veículo de comunicação do fascismo. Como se o Brasil e o mundo já não sofressem muito com ignorância e intolerância em níveis récordes (acentuei porque disse RÉCORDES). Se essa gente realmente dominasse o mundo, poderíamos pular pra Marte, aí não teria jeito mesmo aqui. Mas, temos como responder, né?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Retardo Auto-Induzido: Um Pretenso Estudo Pseudo-Problemático-Contemporâneo (Parte 3 De 3)


Nota do autor: Gostaria apenas de esclarecer que este texto é de origem humorística e não tem objetivo de se aplicar a qualquer indivíduo em especial. É uma análise amadora de quem tem dedução por conhecimento empírico. Portanto, se este ensaio incomodar alguém diretamente, é porque vestiu a carapuça mesmo.

Continuando nossa análise paranóica – e porque não, neurótica – sobre causas, efeitos, verdades e conseqüências do comportamento humano, quando tomado pelo retardo de suas próprias divagações, chegamos à vida adulta... e a pergunta é COMO? Sei que tudo começa de dentro pra fora e, pensando bem, muitos casos são compreensíveis, já que- principalmente, na vida adulta – estamos sujeitos a pressões e golpes que nos exigem atitudes, às vezes, em pouquíssimo tempo, do contrário um tropeço, uma queda pode acontecer (e acontece). É normal errar, ainda mais sendo adulto, quando a vida cobra, e não se pode mais deitar nas costas de papai ou mamãe pra resolver por nós.

Pais e mães até podem, sim, ser responsáveis por essas dificuldades na hora de se encarar a vida, pois, podem ter provocado o comodismo em filhos deitões e o que não faltam são exemplos de gente mimada que sempre tem quem resolva suas m*erdas na vida. Mas se você não tem a malandragem de se virar, de não ser um quadrado... É desperdiçar descaradamente o cérebro e a carne que Deus gastou com você. Então, fiquei de analisar, nesta terceira parte, as situações, já que as idades foram meio que lugar-comum, NE, afinal, todos já passamos e vimos os outros passarem por essas mudanças tão batidas. Mas, o comportamento é que aparece de forma mais sutil.

Quando passamos da maioridade, algum demônio do egocentrismo faz a gente pensar que só a gente sabe o que é passar por tantas barreiras até desaguar na idade adulta. Muitos não passam dos 10 anos de idade e acham que curtir a vida é o que as pessoas de sua idade mental fazem. Acontece muita m*erda nisso aí. Mas, a outra extremidade é a pior. Como se comparar um retardado imaturo prejudicando a si mesmo com alguém que se acha tão evoluído que qualquer pequena ilusão de estar acima dos outros já faz o iluminado achar mesmo que é mais que seu semelhante? NÃO DÁ! Pessoas que não podem tirar as calças pelo pescoço, assim como eu e você, acham que têm algum poder.

Faculdades, ambientes de trabalho e diversos ambientes sociais são lugares onde isso aparece mais que ex-BBB “atacando de DJ na night” de algum lugar. Realmente você se depara com pessoas que se acham no poder de mandar, pressionar ou punir – de forma pessoal – quem estiver por perto. Não conhecem Ministério do Trabalho, CLT ou mesmo a Constituição, sem falar nas ouvidorias internas e sindicatos da vida – que destempero. Esse é o auge do retardo auto-imposto, quando a pessoa se deixa levar por uma falsa superioridade. Quer se impor? Vai fundar uma instituição de caridade! Assim, tenho certeza, que quem discordar de você, não vai desafiar sua “superioridade” sem parecer invejoso, agora, querer convencer que é melhor no grito? RETARDO, RETARDO, RETARDO!

Como eu já disse, passar do complexo de superioridade infantil é difícil, então as pessoas agem feito crianças. Adultos que agem feito criancinhas em busca de auto-afirmação são retardados auto-induzidos. E você pode estar perto de uma dúzia deles neste momento. Orgulho não é pecado... é castigo.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Retardo Auto-Induzido: Um Pretenso Estudo Pseudo-Problemático-Contemporâneo (Parte 2 De 3)


Nota do autor: Gostaria apenas de esclarecer que este texto é de origem humorística e não tem objetivo de se aplicar a qualquer indivíduo em especial. É uma análise amadora de quem tem dedução por conhecimento empírico. Portanto, se este ensaio incomodar alguém diretamente, é porque vestiu a carapuça mesmo.

Como dito no post anterior, nós, seres humanos – que somos tão evoluídos a ponto de ter quase a mesma estrutura genética de duas moscas – possuímos estopins prontos para dispararem em nossas cabeças. E essas bombas serão lançadas em forma simbólica de seringas apontadas para o cérebro carregadas do mais puro suco de “retardadice” mental. Bem, a primeira das minhas teorias deste ensaio pretensamente pseudo-sócio-antropológico é a idade. Dividindo em fases, podemos pontuar momentos-chave em que é inevitável agirmos feito completos idiotas, mas há ressalvas. Como eu não presto, vou assoprar depois de morder os recalques de nossa gente.

Do berçário à Pré-escola => Desde que nascemos até aprendermos a falar e andar, somos os deuses sobre a Terra. Aí a gente começa a perguntar, correr, mexer nas coisas. Ninguém mais incentiva a andar e falar, ao contrário, limitam nosso comportamento. Aprendendo a diferenciar o que nos ensinam como certo e errado, ainda vamos levar tempo pra perceber que é tudo muito relativo, mas, por enquanto, vamos fazendo o que nos dá vontade só pra vermos se um adulto vai repreender. Ainda são os primeiros passos, vamos fazer muita m... até ter alguma autonomia.

Na escola, na rua e no lar => Quando temos certa clareza de pensamento e começamos a interagir com o mundo, ainda vamos passar pela tal fase da demência que Leandro Hassum já explicou, pois entramos numa de que o mundo é mais que o quintal de casa, mas não sabemos da extensão dele. E, aí, amigo, aprendemos a falar e fazer coisas que as pessoas de casa se surpreendem – e repreendem. São aquelas coisas que seus parentes vão lembrar em todas, todas TODAS as ocasiões. E reze pra que sejam as festas de família, senão, essas suas idiotices da infância vêm fortes como cinco ogros + dois rinocerontes pra cima de você nas reuniões de amigos, colegas de facul e coisas do tipo.

“Você já não é criança, criança!” => A adolescência é a mais complicada das fases de idiotice do ser humano. Você já deixou de ser, há muito, o xodó da casa, mas não é respeitado como um ser de personalidade - mais formada do que “em formação”. Conforme-se. Aí, você não só entra em fases de extremas mudanças na mente e no corpo, como já tem certa autonomia pra ir desvendá-las. Quase sempre o resultado é desastroso porque você tem muita vontade, mas nenhuma experiência para se virar. “É fazendo m*erda que se aduba a vida” será seu lema por um bom tempo.

Dos 18 pra lá eu nem vou detalhar, já que a maioria – mentalmente – nunca passa dessa idade, mas percebemos que o início das “décadas” são repletas de prepotência, assim como os finais de “décadas” são de planos, promessas e sensação de maior status por achar que ninguém mais tem ou teve essa fase. Resumindo, ficamos sempre achando que o mais novo não tem razão e que ninguém entende tanto da vida como nós, pois, só nós vivemos de um tudo pra saber. Volto logo com a análise de situações-chaves e a conclusão dessa pendenga intelectualóide.

Quem não escuta 'cuidado', escuta 'Eh, Roger, Eh, Roger...'.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Retardo Auto-Induzido: Um Pretenso Estudo Pseudo-Problemático-Contemporâneo (Parte 1 De 3)


Nota do autor: Gostaria apenas de esclarecer que este texto é de origem humorística e não tem objetivo de se aplicar a qualquer indivíduo em especial. É uma análise amadora de quem tem dedução por conhecimento empírico. Portanto, se este ensaio incomodar alguém diretamente, é porque vestiu a carapuça mesmo.

Não sei bem como acontece, mas o ser humano passa por fases na vida em que ele vive uma certa involução psicológica. Involução, aliás, no âmbito geral da psique humana, pois, na minha terra, a gente chama mesmo é de retardo. Demência - como diria meu colega (?!) Leandro Hassum - apenas discordando no que se refere à fase em questão. Hassum tem um número de stand-up - muito bom, por sinal - onde descreve o comportamento de sua filha – então com uns 9 anos – mas eu vou mais longe, porque percebi que certas fases – motivadas por idade ou situações diversas – acontecem de forma cíclica e quase que obrigatórias , como ritos de passagem.

Antes, explicarei o título complicada (P*rra, Bátima, explica essa p*rra!). O retardo vem, como discorrerei à frente, de alguma mudança relevante na vida da pessoa, que, por sua vez, provavelmente numa sequência de pensamentos instintivos, conclui que precisa agir dessa ou daquela maneira (daí o “auto-induzido” do título). O “pseudo” vem do fato de eu não ser um estudioso da psicologia social, mas um atento observador do cotidiano. Logo, vou fazer aqui um ensaio com pretexto de estudo de caso para exemplificar as idades e situações, assim como seus resultados no retardado, no seu meio e na sociedade em geral.

Em questão de idade, temos mudanças de comportamento conforme a cronologia das faixas-etárias por si só. Isto é, o comportamento tende a aparecer – em linhas gerais, é bom frisar – de forma independente e não condicionada a alguma força externa. Bem, sim, mas não de forma contundente como nos outros casos. As mudanças conforme crescemos nos deixam em situações onde é praticamente obrigatório agirmos de determinadas maneiras, pois, é normal da humanidade se apegar a hábitos e fazerem deles paradigmas sem a menor contestação (como, por exemplo, sei lá, achar que um jogador de futebol é o responsável pela sua alegria de viver), mas agora estou divagando.

Voltando à vaca fria (e já descobri de onde vem essa expressão aqui mesmo neste blog), desde que nascemos até uma certa faixa, por volta dos 10 anos, somos verdadeiras esponjas do comportamento de quem mais se aproxima de nós. Pais, mães, responsáveis e meios de comunicação. Sim, ou você acha que os moicanos pavorosos, trejeitos, gírias e acessórios bregas coloridos diretamente dos pais? Que nada, a mídia abrange cada vez mais o lugar de influência externa, já que a internet potencializa o alcance dos meios de comunicação. Bem, sem delongas, analisarei o retardo auto-induzido no próximo post – sim, porque sou safado e também sei fazer trilogias desnecessárias... apesar de que essa é necessária, já que o texto ficaria muito grande pra um post só e a maioria da população, que já não gosta de ler, não lê no computador um texto maior que “Gostosona do momento ajeita biquíni na praia e liga para o paparazzi fotografar e ganhar uma grana com sua apelativa auto-promoção”.